2.12.09

Drogas

-Poema originalmente publicado no Clube de Ideias

Já tomei cerveja, pinga e conhaque
Tracei whiskey, vodka e Prozac

Azpraz, marijuana, lança perfume
Bolonha, haxixe e estrume

Novelas, tequila, absinto
Sermões, pornografia e sinto

Ainda sinto a mesma dor que me mantém ligado
Não consigo dormir, não fico parado

Não vou me matar, não vou desistir
Não vou enlouquecer, nem deixar de sorrir.

Sou igual a todos na doença e na glória
Minha única diferença é minha memória.

Não esqueço um segundo as dores do mundo.
Insisto em dar luz a este existir vagabundo

-Outras poesias freakies

Frico atualiza o Punk Brega religiosamente a cada dois dias, além de tentar manter vivos o Clube de Ideias e os blogs de suas bandas. Deixa um comentário aí pra ele continuar fazendo seus rabiscos, nem que seja propaganda de dentista.

-Uma canção para São Paulo
-A poesia beat de Ferlighetti

Um comentário:

Anonymous disse...

árbara disse...
Sentir dor é estar vivo! Parabéns por mais um belo poema!

18 de Maio de 2009 21:16
Thaísa Carolina disse...
Muito bom !!!
Simples, com boas analogias e um final típico de vagabundo! Ah, como eu gostei.

18 de Maio de 2009 21:25
Karla Jacobina disse...
Oie!

Obrigada pela visita! Selecionarei alguns poemas legais e enviarei a vcs.

Obrigada!

Beijo!

19 de Maio de 2009 07:15
Energizaizer's disse...
eu uso loading myself® e trident de melancia

19 de Maio de 2009 07:47
clorofila disse...
tapa na cara!

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