Pra você quem curte carros, cartuns ou contracultura(e entende inglês) o filme abaixo - "Tales of Rat Fink" - é um prato cheio. Em uma hora e catorze minutos mezzo bizarros(grande parte das entrevistas foi feita com "carros falantes"), mezzo engraçados, você fica conhecendo a cutltura dos hot rods & kustom cars(carros exoticamente customizados) , algo que transformou nosso tradicionais "objetos de consumo poluentes" em arte - aliás, segundo o filme, a única arte genuinamente americana. Além de liquidar a massificação dos carangos, transformando-os em esculturas únicas, Ed Roth também foi responsável pela criação do anti-Mickey Mouse, Rat Fink, e de outros bichos escrotos que ganharam páginas de revistas, álbuns de figurinha e também camisetas e, claro, carros. Aliás, Ed foi um dos criadores das camisetas com mensagens e ilustrações que todo mundo usa. É que até Ed botar seus monstros nelas, essas peças serviam mais como roupa de baixo.
Movido pela trilha sonora surf music dos The Sadies, o documentário -narrado por John Goodman - aposta numa linguagem pouco tradicional, cheia de animações e que foge dos clichês do gênero.
Às vezes, eu, nascido em Penápolis - noroeste paulista, cerca de 60.000 habitantes - sinto saudade do interior, sinto falta do mato. E me acho um caipira. Mesmo que, quando morasse lá, eu pensasse ser o mais urbano e descolado no meio daquele bando de capiau. Do contra era eu, torrando num sol de rachar com camiseta preta, achando a música sertaneja um vômito e as pessoas simples demais.
Mas às vezes, a simplicidade faz falta pra caramba. E o barulho da cigarra de noite, e o solzão na tua cabeça a pino, e o sotaque forte das pessoas, e o tempo passando devagar, a rede mole a girar, a mangueira alimentando um bairro inteiro, os cachorros rindo com o rabo, o pai almoçando em casa, a gente jogado na calçada jogando papo pro ar.
Eu esqueço da velocidade dos carros, do salário suado, das opções variadas, dos restaurantes e bares 24 horas. Eu esqueço dos museus, da universalidade cosmopolita, do progresso. E eu lembro da música que meus pais ouviam em casa:
Sexta a TV Punk Brega sintoniza os melhores vídeos da net pra você
"O Bispo" é uma das "vídeo-cartas" produzida por Fernando Gabeira nos anos 80. Um belo e curto documentário sobre o "artista louco" que passou a maior parte de sua vida internado em uma Colônia Psiquiátrica.
Miranda July foi cuspida na mesma fornada que cozinhou Bikini Kill, Sleater-Kinney e a cena punk dos anos 90, no Noroeste do Pacífico. Artista multimídia, performer undeground, diretora de cinema cult por causa de "Me and You and Everyone We Know", musa dos moderninhos... Ufa! Poucos artistas levaram o do it yourself tão a ferro e fogo. E a menina americana de olhões azuis conseguiu com isso produzir seus próprios vídeos, sua própria arte e suas turnês de performances por clubes undeground. Separamos aqui a instalação "The Hallway", de 2008, mas vale um pulo no site da moça para conhecer a imensidão de sua criatividade.
Pra você ler: "Não devemos nada a você", livro de Daniel Sinker que conta com entrevistas com Miranda e outros expoentes da cena punk/alternativa do começo do século XXI.
Dar destaque ou não para um vídeo produzido pela Nike para consolidar sua imagem entre os "mudernos e alternativos"? Sim,senhores, é a velha Nike, multinacional que explorava trabalho infantil em fábricas espalhadas pelo terceiro mundo. Mas desta vez ela resolveu usar seu dinheiro para uma "boa causa": trazer Mano Brown, ícone da música independente e do rap, para o mundo do groove brasileiro(particiam da gravação membros do Instituto, Nação Zumbi, Orquestra Imperial - além da cantora Céu) e para o lado de seu ídolo Jorge Ben. É um marco, o rapper até agora construira sua carreira isolado de músicos que não tivessem ligação com o hip hop. Ponto pra música, aliás, uma puta música, com um clipe muito bem editado, sem nada que se acrescentar sonoramente.
Fica só essa pulga atrás da orelha: é a Nike que tá usando o Mano Brown ou o Mano Brown que está usando a Nike? Se estou sendo muio chato com tanta reflexão, pode deixar o comentário aí embaixo.
Sexta-feira é dia do santo descer com os vídeos de estimação do Punk Brega Acho que essa é uma das músicas mais bonitas de rap nacional que já ouvi. A mistura de MPB, ponto de macumba e hip hop cantada por Sabotage e o Instituto é genial. É foda, sempre que escuto esse som fico triste por imaginar quanta coisa legal o Sabota poderia ter feito, se não tivesse sido assasinado. E fico pensando: quantos Sabotagens a gente não perde sem nem terem chegado a gravar um disco, por terem feito a escolha errada? Ou pela falta de escolha...
Hoje é sexta-feira, dia de vídeo em clima de azaração, paquera e Sérgio Reis cantando "não me interessa se ela é coroa, panela velha é que faz comida boa".
5.Sophia Loren 4.Vera Fischer 3.Angela Vieira 2.Monica Bellucci 1.Sharon Stone
Se vai mesmo sair eu não sei, faz tempo que estão prometendo a estreia desse documentário sobre a cena heavy metal no Brasil, mas a coisa parece boa. Tem depoimento de todos os grandes nomes da música pesada no Brasil - pelo que vi, com exceção do vovô Max, é claro. Se ganhar as telonas e DVDs, "Brasil Heavy Metal" se junta a outras boas produções sobre o rock brasileiro como "Guidable", sobre o RDP, e "Ruido das Minas", sobre o Metal em BH.
Como amiguinhos muito bem informados, vocês sabem que a Nike já cagou bastante no mundo. Seja na Copa de 98( :-P, hehehe), seja colocando criancinha nos confins da Ásia pra costurar bola e tênis. Mas ok, se era pra eles fazerem alguma coisa decente, eles bancaram esse clipe + música + documentário que tirou Mano Brown do isolamento musical e o jogou cara a cara com Jorge Ben, Pupillo da Nação Zumbi, DJ Zegon, Daniel Ganjaman e as cantoras Negresko Sis (Anelis Assumpção, Céu e Thalma de Freitas).Parece que o negócio ficou bom. Vamos esperar pra ouvir.
Sexta é dia de vídeo. E esta sexta é dia de festa rock 'n' roll.
"Can you love me?" foi a primeira música do Forgotten Boys que eu ouvi. Até hoje, acho uma das melhores da banda(ao lado de "Babylon" e "Lady of My Morning"). É do primeiro disco dos caras - o mais punk de todos de 2000. Antes dos caras virarem um quarteto de hard rock e começarem a tocar em português, antes do Guns ganhar a disputa com os New York Dolls, o Forgotten foi uma das minhas bandas preferidas. Can You love me? - Letra You don't realize how much I need you girl I always miss you and i'll be by your side now and forever
i never want to hurt you i always want to hold you so please girl, give me one more chance
Nos anos 80 o mundo viu o metal se popularizar e multiplicar-se em diversas vertentes. Foi nessa década também que o gênero começou no Brasil. Haviam três cenas no país: BH com suas bandas agressivas, o isolamento do resto do Brasil e a Cogumelo Records servindo como gravadora, loja e ponto de econtro; São Paulo com som mais trabalhado, tretas com punks e skinheads e as grandes galerias; e o Rio de Janeiro que era uma cena menor, mas tinha os pioneiros do Dorsal Atlântica, o Azul Limão e o Caverna 2 - pico dos headbangers locais. Outras sons pipocavam aqui e ali, como o Stress, que surgiu no Pará, mas o grande foco era em Minas Gerais e em São Paulo.
A cena teria um grande empurrão com a realização do festival Rock in Rio, em 1985, que trouxe Ozzy e AC/DC, mas também rendeu a infame alcunha de "metaleiros", dada aos cabeludos pela rede Globo. Segundo o polêmico João Gordo, vocalista do Ratos de Porão, no livro "Sepultura: Toda a História": (...) em São Paulo, metaleiro era tudo riquinho, filhinho de papai, que andava de carrinho bacana e óculos espelhado. Cheguei na casa do Paulo(do Sepultura, em BH) e não acreditei: era uma puta favela!(...) Os moleques eram muito mendigos, usavam tênis rasgados com o dedão aparecendo.(...)Depois fui na casa do Max e do Igor. Juro que nunca vi tanta zona: tinha uns 50 metaleiros espalhados pela casa".
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A seleção de bandas abaixo é só uma amostra das dezenas que rolavam nos anos 80. Os vídeos históricos são divertidos e inusitados, mas muitos pecam pela má qualidade de som e imagem. Sim, alguns grupos ficaram de foram: Holocausto, Chakal, Anthares, etc, mas os que entraram na lista já dão um bom panorama do que rolou nos anos 80.
Azul Limão "Satã Clama Metal" era o hit! Banda formada entre 1981 e 1982, no Rio de Janeiro por Marcos Dantas e o baixista Vinícius Mathias, lançou dois discos: “Vingança” e “Ordem e Progresso”. Cantavam em português e faziam um som mais tradicional com influências da NWOBHM, do Judas Priest e AC/DC. Curiosidade:Se utilizavam do nome bizarro para tocar em lugares onde uma banda de metal nunca pisaria.(O que rendeu algumas tretas com organizadores de show inconformados com o peso da banda.)
Dorsal Atlântica Pioneiros da fusão de metal e hardcore, esse trio carioca, liderado por Carlos "Vândalo" Lopes, foi uma influência seminal pro Sepultura. Gravaram seu primeiro disco, "Ultimatum",em 1984, ao lado da banda Metalmorphose.Em 1998, um abaixo assinado com 40 mil assinaturas os levou a tocar no Monsters of Rock. Curiosidade: Sua singela marca registrada é a música PCD(Pau no cu de Deus).
Overdose Se o Korzus se aproximava mais da cena mineira pelo seu som pesado, no começo o Overdose estava mais próximo musicalmente dos headbangers de São Paulo. Cantando em português, com um som mais melódico e guitarras virtuosas, o grupo foi o primeiro a se destacar na cena de BH. Formado em 1983, debutaram num split ao lado do Sepultura e depois passariam a cantar em inglês, tornando seu som mais pesado. Em 1993, assinaram com uma gravadora internacional, o que lhes rendeu turnês pelos EUA, Canadá e Europa. Curiosidade: Tiveram o som sabotado, quando abriam o show para Ramones e Sepultura, em BH, o que provocou rusgas com a banda dos irmãos Cavalera.
Stress É curioso que a possível primeira banda de heavy metal do Brasil tenha surgido em 1974, no Pará. O Stress foi formado por roqueiros de Belém, numa época em que bandas como Casa das Máquinas e O Terço eram o que havia de mais pesado no Brasil. Fizeram seu primeiro show em 1977, e foram deixando seu som mais pesado e próximo do que seria o New Wave of British Heavy Metal. Em 1982, gravaram o primeiro disco solo de uma banda de heavy brasileira. E em 1985, lançaram o segundo pela Polygram. Curiosidade: Levaram 20.000 pessoas ao estádio "Cururu", no lançamento de seu disco, em 1982.
Sarcófago Sarcófago é uma das bandas mais peculiares da cena metal brasileira. Nunca chegaram a grande mídia como Sepultura, Ratos de Porão ou Viper, mas mantiveram uma áurea cult e grande influência em toda cena black metal mundial. Formada, em 1985, por Gerald "Incubus" Minelli, a banda longo contou com a entrada de Wagne"Antichrist" Lamounier, nos vocais e guitarra, recém saído do Sepultura em um treta que muitas vezes seria motivo pra porrada. Arquinimigos do Sepultura ou não, as duas bandas acabaram sendo as maiores expoentes da cena de BH. Umas mais undeground, a outra mais mainstream. Uma mais ligada as tendências, a outra fiel as raízes. As duas com seguidores no mundo inteiro e sua contribuição registrada no cenário internacional. Curiosidade: Mesmo sendo ignorados pelo mainstream tupiniquim, são considerados uma das primeiras bandas de black metal e um dos primeiros grupos a usar a batida "blast beat", contribuição do batera D.D. Crazy.
Viper Nos começo dos anos 90, o Viper foi a "segunda maior banda de metal do Brasil", com direito a excursão e disco ao vivo gravado no Japão. Formada em São Paulo, em 1985, pelos irmãos Passarell e o, então pirralho, André Mattos no vocal, o Viper chegou a ser chamado de "Iron Maiden Brasileiro", everedando depois para um metal mais melódico. Curiosidade: Com a saída de Mattos, o som do grupo teve fases mais simples e pesadas e acabou num disco obscuro, quase pop/rock, com direito a cover de Legião Urbana.
Korzus É uma das bandas mais tradicionais do thrash metal brasileiro, trazendo fortes influências de Slayer ao longo de sua carreira. Começaram em 1983, lançando os dois primeiros discos em português. Fizeram um show histórico no "Monsters of Rock", em São Paulo, em 1998, cuja gravação virou um disco ao vivo em 2000. Curiosidade: O guitarrista Silvio Golfetti, que teve que deixar a banda por causa de um problema no braço, substituiu Andreas Kisser, durante alguns shows do Sepultura na Europa.
Harppia O Harppia foi fundado em São Paulo, em 1984, e contou sempre com o baterista Tibério Correa Neto nas baquetas. É uma das dezenas de bandas que se candidatar a "primeira gravação de um disco de metal", por "A Ferro e Fogo", lançado pela Baratos Afins. Curiosidade: Por sua formação passaram diversos músicos da cena hard rock/metal paulistana, como o vocalista Percy Weiss, ex-Made in Brazil.
Sepultura Ok, talvez o Sepultura devesse ser hours concours e nem entrar nessa lista. Banda brasileira mais bem sucedida no mercado internacional, nome que virou sinônimo de som pesado no Brasil, o Sepultura começou de forma mambembe, em 1984, com os irmãos Cavalera e o amigoWagner Lamounier(Sarcófago) de cara pintada, braceletes nos braços e até uma peruca e capacete nazista - na cabeça de Igor. Logo passaram a cantar em inglês, gravaram um split com o Overdose em 1985(Bestial Devastation/Século XX) e o resto é história da Cinderela headbanger que todos conhecem. Curiosidade: Porra, o vídeo abaixo, onde você assiste a primeira formação clássica com Jairo T na guitarra.
Salário Mínimo Veteranos da cena paulistana, os caras do Salário Mínimo começaram a ralação em 1977 e participaram da crássica coletânea SP Metal Vol.1, em 1984. Liderados pelo vocalista figura China Lee, desde os anos 80, lançaram o disco Beijo Fatal em 1987, pela RCA e voltaram a ativa em 2004. Curiosidades: O fã clube da banda chegou a receber uma média de 2000 cartas por mês
Sexta-feira: vídeos punks e doses generosas de besteirol
João Gordo(nem tão gordo assim) e Sepultura numa jam alucinada tocando o crássico "Holiday in Cambodia", do Dead Kennedys. Joãozinho, completamente chapado, embroma a boa letra de Jello Biafra, mas nós, que não queremos que você pague esse mico nos karaokês punks da vida, separamos a letrinha pra cantar junto.
Holiday in Cambodia So you been to school For a year or two And you know you've seen it all In daddy's car Thinkin' you'll go far Back east your type don't crawl
Play ethnicky jazz To parade your snazz On your five grand stereo Braggin' that you know How the niggers feel cold And the slums got so much soul
It's time to taste what you most fear Right Guard will not help you here Brace yourself, my dear:
It's a holiday in Cambodia It's tough, kid, but it's life It's a holiday in Cambodia Don't forget to pack a wife
You're a star-belly sneech You suck like a leach You want everyone to act like you Kiss ass while you bitch So you can get rich But your boss gets richer off you
Well you'll work harder With a gun in your back For a bowl of rice a day Slave for soldiers Till you starve Then your head is skewered on a stake
Now you can go where people are one Now you can go where they get things done What you need, my son:.
Is a holiday in Cambodia Where people dress in black A holiday in Cambodia Where you'll kiss ass or crack
Pol Pot, Pol Pot, Pol Pot, Pol Pot, [etc]
And it's a holiday in Cambodia Where you'll do what you're told A holiday in Cambodia Where the slums got so much soul
Documentário produzido como TCC(olha só não é tão difícil, hein, molecada?) e exibido na Mtv, desvenda como a pacata BH se transformou na capital brasileiro do heavy metal exportando bandas como Sepultura, Sarcófago e Overdose. O vídeo traz depoimentos das principais bandas da cena e mais galera de fanzines e da clássica gravadora Congumelo Records. Histórias engraçadas, rancor contra o Sepultura e vídeos e fotos raras estão na receita. Vale muito a pena pra quem se interessa pela história do rock brasileiro.
Funk do Nerd Me lembro muito bem dos meus tempos de criança Eu era BV e não tinha esperança Ser virgem era minha maldita sina E pro Papai-Noel eu pedia uma mina
Bullying, Bullying, Bullying - Eu era um nerd bolinado e humilhado Bullying, Bullying, Bullying - Na lata do lixo eu era atirado No RPG eu era mago ou vampiro E no recreio ninguém ficava comigo Ficava lendo gibi do X-Men E brincava escondido com meu boneco do He-Man
REF
Naqueles tempos eu era escoteiro Me apaixonei pela minha mão e virei punheteiro Usava aparelho e bigode pagodeiro Ouvia Legião e me achava maloqueiro
Letra de Punk Rock Girls Leather jackets, stupid boyfriends, poor report cards, life is just a ball Hi- top Chucks and bubblegum and oh my gosh I'd love to love them all They're so cool their style is never cramped Too much of everything and everyone is amped Well, do't get hot and bothered listen, I know I got problems I also know just what this goofy world needs
Yummy yummy punk rock girls [x4] I wish they all were punk rock girls
The smartest of the smartest and the sweetest of the sweetest, they're the most Me and Dr. Frank have both decided that we love them more than toast I wish they'd let me share their bubblegum And let me hang with them and life would be so fun I should be sedated cuz my heart is all inflated I guess I gotta get me one or two
[Chorus]
I don't know where I'm going, but I know just where I'd like to be With my punk rock girlfriend kissing me Let's
Se fosse um quadrinho, esse vídeo estaria nos grandes crossovers da Marvel e DC. Bettie Page todo mundo já conhece. Ela é uma das pin ups mais famosas da história, popularizou a franjinha vamp, virou estrela de histórias em quadrinho e ganhou filme contando sua história. A ruiva ao seu lado é Tempest Storm: o busto mais famoso dos anos 50, pin up , dançarina e, hoje, a stripper mais velha em atividade.(Ela tem 83 anos). No vídeo abaixo, duas lendas se reúnem.
Hoje é sexta-feira. Nós entramos com o vídeo e você com a cerveja.
Tecnicamente, Bukowski nunca será considerado o maior escritor de sua época. Muitas vezes seu nome não aparece nas listas de "100 melhores livros da história", que consagram a virtuose de James Joyce ou Proust. Mas então, o que o faz tão popular? Sua fragilidade? A possibilidade de ele ser qualquer um de seus leitores comuns, falando sobre gente comum? A crueza das suas histórias?
"Born Into This" não traz todas essas respostas, mas é um belo documentário sobre o escritor americano. Uma bela introdução à sua vida e à sua obra. Conta com declarações de amigos, editores e fãs famosos como Bono Vox, Tom Waits e Sean Penn.Traz cenas de seus recitais(que pareciam shows), fotos antigas e entrevistas de diferentes épocas.
Se você não puder alugar ou comprar, baixe. Tenho certeza que o velho Buk te perdoaria. ;-)